por Joaquim Tiago, Baseado em 1Co 1.22-25

Os ‘consumistas’ pedem sinais miraculosos de prosperidade; os ‘niilistas’ para eles tanto faz como fez, deus morreu e é covarde.

Nós porém, pregamos a Cristo crucificado, o qual, de fato, é escândalo para os ‘consumista’ em seu individamento e individualismo ritualizado e loucura para o ‘niilista’ pós-moderno que prefere se entregar ao acaso hedonista longe de qualquer sacrifício pessoal.

Mas para os que foram chamados, tanto os que consomem para sobreviver em um país dito emergente ou como existêncialistas dependentes, Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus.

Porque a loucura de Deus é mais sábia do que as resposta produzida pelo ser humano que tentou fazer na sua fuga, em seu mercado dos horrores; e a fraqueza de Deus é mais forte do que a morte, a fraqueza de Cristo e seus díscipulos é a sua força contra um mundo sem sentido.

Visto que tanto os judeus pedem milagres como os gregos buscam sabedoria, nós pregamos a Cristo crucificado, que é para os judeus, na verdade, uma pedra de tropeço, e para os gentios uma estultícia; mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus.

Pois a estultícia de Deus é mais sábia que os homens, e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens. I Co 1.22-25

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2 comentários sobre “Contextualização da loucura da Cruz

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