A crise do natal na comunidade cristã é na realidade uma crise de fé.

Muitos de nós continuamos a ignorar o convite, evadir-se da verdade, escapar a realidade e adiar a decisão sobre Jesus – o qual é em si uma decisão.

Mas o Natal é o aniversário do filho de Deus.

O que separará os homens dos meninos, as mulheres das meninas, os místicos dos românticos neste Natal será a profundidade e a qualidade de nossa paixão por Jesus.

O insensível comerá, beberá e se alegrará; o superficial seguerirá costumes sociais num contexto religioso; o derrotado será assombrado por fantasmas do passado.

E a minoria vitoriosa, que não se deixa intimidar pelos padrões culturais da maioria que segue um passo travado, anônima e descrente, celebrará como se ele estivesse próximo – próximo no tempo, próximo no espaço, testemunhas de nossas motivações, nossas palavras, nosso comportamento.

Como de fato ele está.

MANNING, Brennan – Meditações de Maltrapilhos, 2008

 Mas, para mim, bom é esta perto de Deus; fiz do Soberano Senhor o meu refúgio; proclamarei todos os seus feitos. Sm 73, 28

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