A obra da morte e a obra da vida

vida

Por: Joaquim Tiago

A obra do Espírito Santo faz parte da Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo.

A obra da salvação, o selo da promessa, a marca de propriedade de Deus, o penhor da salvação, a garantia de que receberemos o que significa que Deus já nos comprou é concluído pelo agir do ES (Ef 1.13-15).

Ele nos fará lembrar, Ele nos guiará a toda verdade, Ele nos mostrará à glória de Cristo (Jo 16,13-14).

Vivemos em meio aos conflitos humanos, tantos os espirituais que também podem ser emocionais.

Se dermos uma rápida olhada para nossa sociedade e para sua cultura logo perceberemos seus maiores conflitos e os seus frutos que são: depressão, angústia, morte, dívidas infinitas, vícios sexuais, drogas lícitas e ilícitas, corrupção e muitos outros.

Diante de nós a nossa cultura social provoca em termos gerais muita dor e as pessoas vão vivendo e sofrendo com a falta de amor, falta de alegria, falta de delicadeza, falta de bondade, falta de fidelidade, falta de domínio próprio, de auto conhecimento de disciplina e a falta que mais destrói o que é ser realmente  humano de verdade, a falta de humildade. Essa é a fabrica da desumanização total.

Todo esse processo também é um ritual religioso, porque cultura é religião e religiçao é cultura. Olhe para os exemplos de Israel no AT quando Deus chama sua atenção através dos profetas e juízes para que não se misturassem com outras culturas, porque assim iriam misturas povos com outras religiões e outros deuses, o rei Acabe e louca Jezabel que o diga.

Quando olhamos para nossas culturas e sub-culturas onde estamos inseridos nos vemos diante de processos e rituais, hábitos como filosofia de vida, costumes e disciplinas naturais e espirituais. Em um mundo pós-moderno plural, somos quase todos sincréticos, não queremos abandonar Deus, mas queremos novamente misturá-lo a uma sub-cultura com valores totalmente diferentes, valores estes deixado por Ele registrados nos escritos bíblicos. Os líderes religiosos são também agentes culturais e esses muitas vezes falam em nome de si, em nome da sua influência de valores e em muitos casos, vemos a história se repetir como a de Moises no monte buscando os valores de Deus e os Arão em outra instâncias querendo agradar o povo criando um deus como as próprias mãos simplesmente para satisfazer nossas necessidades mediante nossas crises.

Os deuses e seus lideres culturais de hoje em sua maioria não respondem mais aos anseios das pessoas, e muitos só pioram, emocionalmente, espiritualmente seus seguidores e adeptos, oferecem soluções rápidas e momentâneas. O que acontece quando nossa cultura religiosa não respondem mais aos nossos anseios, as nossas crises, a nossa fome de significados?

Uma cultura religiosa que não satisfaz nosso desejo (mundial) de paz, de felicidade, de paciência, de segurança pois estamos ansiosos cronicamente, de angústia. O que fazer? Quais as respostas culturais estamos assistindo no momento, quais as respostas estamos consumindo?

Alívio Imediato: Drogas legalmente permitidas e as não permitidas, entorpecentes, álcool, consumo, poder, dinheiro (de deus ou do diabo, isso não importa), ser “bonito”, baladas, “opem bar”, “transar”, e qualquer bezerro de ouro que aparecer oferecendo uma solução prazerosa.

Nada do que produzimos nos dará o que tanto ansiamos, nos dará respostas. Tudo que fazemos para tentar suprir essa necessidade é paliativo, viciante e destruidor. A cultura social esta em conflito e morta e as obras das suas mãos são obras mortais. O progresso não produz vida, para o benefício de uns existe a malefício de outros gerando sempre a subtração ao contrário da ajuda mutua sempre ensinada/praticada por Cristo e do seu Reino de Justiça. “As obras de sua mão são obras mortas”.

Se as pessoas e você como eu anceia por amor, alegria, paz, paciência, bondade, mansidão, disciplina e auto-conhecimento, esta é uma obra do ES, é quando Ele esta agindo e transformando seu eu (Gl 5.13-22), a mudança de sua natureza conforme Rm 8.

Falaremos dessa obra na outra parte.

Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 7.200 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 12 anos para ter este tanto de visitação.

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