“Quando falamos de amor, o fazemos na perspectiva do que ele é – como expressão da própria identidade e natureza de Deus. É o fundamento e a motivação de todo plano e obra de Deus. Paulo diz que foi em amor que Deus ‘pré-estabeleceu’ todas as coisas. Se não tivesse amor, nada seria e nada me aproveitaria.” BORJES, Paulo Jr. Pg 18.

Como saberemos viver, o que nos fará admitir a vida quando olhamos diante do espelho que nos reflete na realidade? O sábio Salomão já dizia que essa permanência e insistência existencial não tem muito sentido – “Nesta vida sem sentido eu já vi de tudo: um justo que morreu apesar da sua justiça, e um ímpio que teve vida longa apesar da sua impiedade.” (Eclesiastes 7.15).

Viver sem amar é viver com medo da vida e ter medo na existência é duvidar em quem acreditamos.

Se confessarmos publicamente a vida de Cristo e que Ele é mesmo o filho de Deus, e ai não apenas uma expressão verbal, mas o reconhecimento da sua própria existência em amor sacrificial, teremos Deus vivendo em nós e lógico que estaremos vivendo em Deus.

Só saberemos sermos humano, ser existente em vida na vida de Cristo, pois Deus enviou seu Filho para que vivêssemos por meio dele e fora dele a vida é um medo, não tem sentido a existência por que não saberemos o maior significado do amor. E qual é?

“Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele.” 1 João 4:9

Se Deus não teve medo de nos amar e nem seu filho, porque você terá?

Joaquim Tiago Bill

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