“Nunca procuramos fazer com que alguém creia que a palavra de Deus ensina o que ela não ensina.” (2 Coríntios 4.2-b) 

O ensino é um sacerdócio ou também denominado como docência (s.f. Ação ou resultado de ensinar; ato de exercer o magistério; ministrar aulas). O sacerdócio na docência também pode ser entendido como (Aquele que tem profissão (…) ou missão nobre: os sacerdotes do magistério). Paulo não foi só um missionário/apóstolo, foi também uma mente brilhante, um teólogo que organiza as comunidades e as doutrina, é seu dom sua vida em prática, um zeloso mestre e interprete.

O ensino da palavra de Deus é um previlégio sério, conforme Tiago já deixou claro – “Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.” (Tiago 3:1) Ensinar não é uma complicação como qualquer outra função em que cada um se dedica, todos fomos chamados a sermos bons naquilo que temos prazer em fazer, bons pedreiros, bons motoristas, bons cozinheiros, bons carpinteiros, bons médicos, bons políticos, bons comerciantes e vai por ai, ninguém que foi chamado e foi convocado para ser ruim, mas para se dedicar no que tem prazer em fazer mesmo custando a vida e sofrendo aflições.

Em minha caminhada já vi e ouvi muitas pessoas feridas via ensinos errados, estranhos e cheios de legalismo humano, de vez em quando ligo a televisão e assisto ignorância, quando ouço alguém reproduzir um desastroso discurso envolvendo a palavra de Deus chega doer no ouvido e no coração. Há pessoas que se dizem sábias pisando na graça de Deus interpretando nada do que Paulo interpretou. Quando vou na padaria todas as manhãs comprar pão procuro o melhor, bons padeiros e bons pães, quando vamos ao ensino da palavra deveria ter o mesmo sentido. Quem oferece o pão de Deus deveria pensar e ter a meta de Paulo – “Afastamos de nós todo procedimento fingido e vergonhoso. Não andamos com astúcia, nem falsificamos a palavra de Deus. Pela manifestação da verdade nós nos recomendamos à consciência de todos os homens, diante de Deus.” (2 Coríntios 4:2).

Neste contexto sabemos que o apóstolo estava sofrendo, mas sofrimento maior seria enganar as pessoas não tendo o cuidado dos que se perdem enganado a si mesmo. Você pode querer uma vida rasa, mas a palavra não é razoável no que ensina.

Joaquim Tiago
(13/9/13)
Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s