Não vejo em si um mal presente no secularismo, também nunca fui tão asceta, tão monástico, tão “separado” e nem quero. Porém fico observando o leve e trás entre os dualismos religiosos que criamos, como se fossemos duas pessoas ou vivêssemos em mundos com ambientes tão separados, neste caso o da igreja e do “mundo”.

Pensemos no seguinte – quem leva para vida cotidiana “hipermoderna” a vida (de Cristo) cristã, leva a igreja/corpo até lá, para a sociedade até mesmo como sua missão, casos raros convenhamos, coisa difícil de se ver constantemente, só quando esta em apuros ouvimos um “ai meu Deus”. Quem faz o caminho contrário, de lá trás o mundo, a sociedade com seus infinitos percalços, erros e injustiças que se confundi e se disfarça entre os rituais, esses se tornam só práticas inofensivas e uma forma de aparecer e se livrar da cobranças de sua própria consciência religiosa.

É bom saber diferenciar esse leva e trás, o que não deveria ser nada diferente para nós e sim uma vida só, mas o cerimonial litúrgico, a ritualização e campanhas de vitórias pode nos ensinar a esconder o que trazemos para o altar o que levamos verdadeiramente para a vida.

Muita gente já desistiu da igreja por perceber essa discordância, mas não desistiu de Deus e muitas pessoas já desistiram de Deus e ainda não percebeu, acredita religiosamente que esta realizando sua vontade. Cuidado, tempos difíceis estão por vim!

“(…)ostentarão a aparência de piedade, mas desdenharão a realidade. Dessa gente, afasta-te! (2 Timóteo 3:5)

 

Joaquim Tiago

 

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