A morte do Pastor

Cuidar de ovelha não deve ser nada fácil, tarefa diária e sem dias de folga. Segundo a tradição as ovelhas se apegam muito ao pastor, em seu cheiro. Jesus advertiu seus amigos e discípulos – “Todos vocês me abandonarão. Pois foi profetizado por Zacarias ‘Ferirei o pastor e as ovelhas do rebanho serão dispersas’”. Acompanhe a leitura em Mateus 26.31-35.

Pedro muito rápido disse: “mesmo se todos o abandonarem ele nunca faria isso.” (Mateus 26.33)  Mas infelizmente não deu conta quando viu o pastor caminhando para o matadouro.

O ditado popular profetizou que as pessoas só dão falta mesmo quando perde. Enquanto não se perde, enquanto se vive acostumado, perto de mais vai se habituando à presença de quem se gosta ou de pessoas com quem convivemos.

É possível as pessoas se acostumarem com o cristianismo e com Jesus e assim correr o grande risco de perdê-lo, de abandoná-lo em meio aos processos do mundo que fere e machuca, em meio ao seu sacrifício. Quando as ovelhas perdem o pastor já não sabem mais o que fazer, não sabe mais para onde ir. A não ser que ele volte, a não ser que ele venha novamente reconduzir os passos do seu rebanho.

Ainda bem que Jesus, o pastor morreu, mas ressuscitou e prometeu voltar aos seus para ir adiante deles.

Estamos a 10 dias da páscoa, estamos nos dias de cinzas, na quaresma. Dias de reflexão sobre a obra salvífica do Nosso Senhor Jesus Cristo.

Faça essa oração hoje:

Jesus, não deixe que me acostume a seu pastoreio e me perca de Ti.

(20/3 – Quaresma 2018)

Joaquim Tiago

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