Quem não vai se Dobrar?

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Em uma leitura recente alguns dados foram levantados pelo seu autor em relação à cultura cristã, feito por uma profunda análise histórica, a obra constatou que a mesma cultura perdurou até meados do fim da década de 70, após esse período o ocidente veio se tornando uma cultura pós-cristã ou pós-cristianismo. Hoje estamos avançando em um secularismo forte onde igrejas estão perdendo seu campo de atuação cultural, temos a religião e a vida sem interferências do cristianismo. Tudo isso acontecendo mesmo quando algumas religiões avançam aprendendo com o mercado da fé, o que em sua essência não muda quase nada, porque muitas acabaram perdendo o cristianismo fundamental e essencial.

De outro lado, uma analise na área de doenças emocionais demonstra que saímos do século da depressão e esta cotado para este século, ser o da ansiedade endêmica, o da síndrome do pânico e o da sociopatia (quase) generalizada.

Medo, transtorno obsessivo causado pelo medo e pessoas desprovidas de sentimentos e emoções, pessoas frias e sem temores é o que nos espera dentro de uma cultura social também vista como pós-cristianismo. Essa cultura não sabe mais qual é o seu maior problema existencial o que afeta as pessoas e a dor que existe desde seu nascimento.

Quando o missionário for trabalhar no campo, ele pode ir para uma outra cultura que adora outros deuses, com outros processos existenciais. Aqui no ocidente e nas cidades mais urbanas o campo missionário da cultura pós-cristã enfrentará aqueles que conheceram Deus, mas por algum motivo não quer mais uma relação de comunhão. A realidade social o faz misturar Deus com deuses do entretenimento religioso.

Estamos entrando na cultura que vive com medo, a única violência que consegue enfrentar é a de seriados como “the walking dead” e jornais sensacionalistas, tudo feito atrás do controle remoto. A cultura que sofre com o pânico do amanhã, pânico de quando faltar dinheiro para seu ópio.

O sociopata moderno não sente um pingo de arrependimento quando tudo que domina seus sentimentos é levar vantagem, ultrapassar seus supostos concorrentes, atropelar quem estiver na sua frente. Sociopatas desprovidos de sentimentos odeiam a lei, são egoístas e frios, sentem prazer na derrota do próximo, no fim do casamento da pessoa invejada, na desgraça que acometeu a família do inimigo, na instituição que quebrou no dinheiro que ganhou levando vantagem e passando a perna no “amigo” bobo. Mas nessa terra tudo dá e o que se semeia é colhido.

E não adiante tentar responder com o celeiro cheio, hoje mesmo pedirão sua alma!

“Reservei para mim sete mil homens que não dobraram os joelhos diante de Baal” (Rm 11:4)

Joaquim Tiago Bill

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A Fé que esta Morrendo

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Como se encontra o terreno do seu coração?

Qual motivo tem levado pessoas nestes dias a abandonarem a fé, digo a fé em Cristo. Não se arrependem e não existe temor, respeito e devoção. No fim, o que resta aos incrédulos que não se arrependem é apenas a religião dos rituais e negócios.

Cristo conta a história de um agricultor que estava trabalhando na semeadura, lutando para plantar e colher bons frutos. O trabalho do agricultor na plantação exige esforço e esperança que a semente encontre no solo um bom lugar onde possa ser germinado, crescer e dar o fruto necessário no seu tempo. Alguns fatores comprometeram o trabalho do agricultor, fatores que podem prejudicar as sementes até levar a sua morte.

Cristo explica a seus discípulos com essa parábola que o agricultor esta plantando a palavra da fé, mas algumas caíram à beira do caminho, outras em meio às pedras e outras estão sendo sufocadas por ervas daninhas.

 

A fé que esta morrendo a beira do caminho

A fé que esta morrendo ou já se findou esta a beira do caminho como uma semente que é pisada pelas pessoas e comida pelos pássaros. A palavra de Cristo não esta encontrando lugar para ser germinada, nem tem terreno para produzir a fé e nem a esperança. Nesse jeito de ser a verdade vai ficando na beirada como lixo ou entulho.

A beira do caminho a semente é apenas pisada por pessoas que passam por ali, que passam por você. A beira do caminho nas cidades mal educadas o que mais se encontra é o descarte do desnecessário para ser e recolhido e levado, usei e jogo fora. A beira do caminho, o perambulante dessa era, o inimigo da verdade que anda pisando nas pessoas e entulhando lixo em consciências arranca do coração essa semente, a palavra.

Tendências de um pós-cristianismo em um mundo de cultura secularizada. Deus esta aqui apenas como um bom prestador de serviços nas mais variáveis necessidades do consumo. Há um fenômeno de infantilização social, crianças desejosas com seus egos no tamanho do seu estomago, não sabem ouvir a palavra não dentro de um contexto da permissividade. Hoje é estranha a palavra disciplina espiritual, mas não é estranho ter o cego hábito das redes sociais.

Há os que preferem viver a beira do caminho, a beira da verdade, a beira da vida, mal direcionado, perambulando entre o sim para Deus e o sim de para si. No fim acontece o assalto dos dominadores dessa era, é quando a fé morre, uma multidão sem rumo vai pisando na palavra e a semente vira comida dos pássaros de rapinas.

“…Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra? ” (Lucas 18:8)

Joaquim Tiago Bill

 

Quando a Injustiça Governa

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Na sociedade atual o que falta não são governos e ideologias políticas, o que falta é justiça e pessoas justas. Os partidos poderiam disputar honestidade mais do que poder de certezas. Os que mais lemos por aqui são analistas aproveitando de cada violência extrema para responder com uma atitude mais radical de linchamento a xingamento.

Quanto mais injustiças sofremos, menos amor temos!

Justiça é a distribuição moral dos direitos pessoais e sociais e dos éticos deveres. O justo busca o correto direito do outro, principalmente dos menos favorecidos, dar e receber o direito e cumprir moralmente todos os deveres sociais.

A sociedade pós-moderna criou a moral de si para si, sem ética, uma moral individual que responde apenas ao direito de falar, impor, roubar e aproveitar de toda e qualquer situação, isso até na religião sem fé.

A crise social é apenas a ponta do iceberg, vai além do que estamos vendo e debatendo, porque não há um justo se quer e nem quem busque a Deus. (Rm 3.10)

Joaquim Tiago Bill

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Acostumados com os rótulos, eles tentam definir o que se trata o conteúdo da embalagem.
Os rótulos faz parte da apresentação, da aparência, dos sentimentos que provocam, da cor e principalmente servem para facilitar a mensagem e conquistar o cliente, o consumidor.
Quem lê apenas rótulos e marcas confia e em quase todos casos não tem conhecimento do que esta ingerindo ou do que se trata o conteúdo assim denominado. Rótulos é mais prático para entender, conhecer do que se trata aquilo ou aquele da mais trabalho, mais leitura e aproximação.
Por falta de discernimento, preguiça e pela busca infernal de uma boa aparência acontece sempre a rotulação. Quase tudo é rotulado, o que feio pela concorrência, o que é bonito pelo dono de si.
É necessário pensar quem é o “beberrão”, o “que senta com os cobradores de impostos”, o “negão”, a “bicha”, o “vagabundo”, o “pecador”, a “feia”, o “esquerdopata”, o “rico”, o “pobre miserável”, o “fascista”, o “reacionário”, o “idealista”, a pessoa “feliz que se deu bem”, quem nunca “fracassou”, o bem “sucedido”, o “sucesso”.
É necessário ler além do que se vê, o que é um refrigerante e o que é “Coca-Cola”, e o que realmente “mata” a sede.
Infelizmente esse é um enorme desafio e estamos longe de resolver, longe do conhecimento de fato e ai é mais fácil interpretar pelo que se vê, o sentimento que desperta para efetuar a compra ou rotular a concorrência.
O consumidor fica feliz adquirindo aquilo que desejou.

Neoconservadorismo e Alternativa

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Esta havendo uma pequena confusão de entendimento entre o que são as Comunidades Alternativas ou como são ainda denominados “Underground” e o que é esse “Neocalvinismo” de viés Norte Americano (rótulos tentando definições).

O neocalvinismo norte americano são “transformacionista” ou “modelo do reino confessional”, que defendem a princípio um engajamento cultural, modelo que deve muito a obra de Abraham Kuyper. Porém nas terras do Tio Sam um dos grupos da direita religiosa cristã entendia que a mudança cultural acontece principalmente por meio do ativismo político. Seus primeiros articuladores foram Francis Shaffer, Chuck Colson e outros… (veja Ig. Centrada, pg. 233). “A direita cristã, naturalmente, acredita que uma cosmovisão bíblica coerente leva a uma filosofia política CONSERVADORA.” (KELLER, Tim – Ig. Centrada, pg 233).

Em ambos os movimentos o engajamento e estilo cultural são parecidos, tal como as musicas (rock’n roll e suas variações), roupas e mais alguns adereços.

Porém existem diferenças teológicas, filosóficas e políticas, claro que isso não pode interferir na salvação em Cristo.

Uma onda mais conservadora vem acontecendo na sociedade em vários setores, inclusive o político teológico ou político religioso, o neolcavinismo de viés citado tem essa cosmovisão de transformar a cultura por vias políticas conservadoras. Acontece que muitos alternativos e rock’n roll estão se tornando também conservadores (acho estranho). Devem ser respeitados e como cristãos conseguirmos viver juntos (Cristo esta acima dos rótulos e movimentos) outros ainda continuam alternativos ao ‘Status Quo’, não só no estilo cultural de roupas, músicas e tattoo, mas também social e político religioso.

Comunidade Cristã “underground” pode continuar firme com os princípios bíblicos imutáveis, mas entender a vivência social, política e ética de outra maneira, com uma renovação de consciência, atitude, liberdade e verdade.

” o mundo é sem princípios. É uma selva la fora! Ninguém joga limpo. Mas o cristão não vive e nem age desse modo. Nunca nos comportamos assim e jamais o faremos. As ferramentas que usamos não são para propaganda ou manipulação, mas para demolir essa cultura dominante corrupta. ” (2Co 10.3-6)

Joaquim Tiago Bill

Cego Guiando Cego

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As pessoas estão se desentendendo a todo o momento, entendendo sempre o que é melhor para cada um. São inúmeras formas de entender a vida, são ofertadas várias opções de escolhas entre as variedades do mercado. O mercado nos propõe toda satisfação pessoal.

No caminhar dos desentendidos existe uma estrada sem iluminação, densas trevas. É como andar com os olhos vendados tateando sob uma explicação aqui e outra ali. Nessa estrada as pessoas vão tentando se entender, todos precisam andar, poucos darão passagem para os perdidos, em alguns lugares é cobrado pedágio e em muitos casos a maioria quer ir ao mesmo tempo.

Com tanto acesso a todo tipo de comunicação, com toda essa enxurrada de “postagens”, aparecem especialistas em tudo, falando do que é específico e principalmente de si. Hoje existe o poder de escolha, uma evolução enorme para o conhecimento, cada pode aprender o que quer e não o quem apenas deve. Nas religiões há uma variedade de gurus, eles dizem aos seus ouvintes o que desejam para confortar a vida que se leva. Sobrecarregados com tantas informações o sistema vai cegando o entendimento humano, pois não da tempo de aprofundar em nada. A sociedade em geral sofre de um pensamento superficial.

“O deus desta era cegou o entendimento dos descrentes, para que não vejam a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” (2Co 4.4)   

Que entendimento existe hoje sobre o próximo e sobre família? Como se enxerga a justiça e a política? O que é pecado, ele existe? Como tomar decisões? De forma prática – o que é o ser humano e como ser humano? Como iluminar o caminho de quem não consegue mais enxergar?

“Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida”. (João 8:12)

Joaquim Tiago Bill

(23/01/17)

 

O tempero da vida urbana

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A vida humana esta se tornando cada vez mais urbana, mais de 80% das pessoas hoje moram em cidades. “A cidade não pára, a cidade só cresce / O de cima sobe e o de baixo desce” já dizia Chico Science da Nação Zumbi. Somos urbanos e mesmo no interior nossa comunicação é global.

A igreja de hoje é urbana, esta localizada e existe dentro da cidade. Pessoas da igreja trabalham, vive, consome a cultura da cidade. Somos uma igreja de cultura urbana.

Qual a missão de uma igreja urbana? Que organismo somos dentro dessa organização social? O evangelho de Mateus nos responde – “vocês estão aqui para ser sal que traz o sabor divino a terra” (Mt 5.13) Ser o tempero da cidade, o sabor do cotidiano urbano. Estamos aqui para temperar a sociedade e ser luz onde existimos, uma cidade dentro da outra, uma cidade iluminada dentro de um local cada vez mais escuro. A igreja urbana tem a missão de temperar a vida que já esta sem gosto, uma sociedade insípida. Somos o bom tempero para as pessoas.

E se igreja perder essa função?

A igreja que não tem mais sabor logo não tem mais função de ser, ser o sal do mundo. Quando deixamos de levar o bom tempero de Cristo, seremos um sal sem função, como o mar morto. “A religião se tornou um espetáculo onde nos bastidores os lideres se comportam como animais. Fique longe deles!” (2Timóteo 3). Não ande com essa gente destemperada que esta destemperando a obra de Deus!

Joaquim Tiago Bill

(17/01/17)

Beba com Moderação

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O mundo sofre por seus exageros, pessoas sofrem por falta de limites. Essa é a cultura do consumismo, do esbanjamento, cultivo do ventre, a fome que não termina o olho maior que a barriga. Moderação não deveria ser um tema apenas de comerciais de cerveja, as drogas são variadas como seus vícios. Sem medir a dose alguns problemas vêm rápidos e outros em longo prazo dão seus sinais de morte.

O excesso é ir além da conta, ex ceder, abandonar-se, deixar a vida. No caminho inverso, a moderação vem de uma boa medida, modular, trabalhar para harmonizar e ser modesto evitando os excessos. A moderação pode e deveria ser exercitada na alimentação, no uso das redes sociais, na exposição de imagens pessoais, no trabalho, no consumo, nas paixões, nas competições, no sexo, na religião, na ganância, na fala e em resumo no tempero da vida.

Numa sociedade e cultura de exageros os acontecimentos desequilibrados se transformam em embriagues (porres), obesidade, dependências químicas, masturbação, idolatria religiosa, fofoca. Maratonas exaustivas acompanhando redes sociais, insatisfação de ficar em casa no fim de semana com a família, dívidas com cartão de créditos e outros financiamentos, acumulo, desperdício de alimentação e uma infinidade de coisas que não tem paz.

No geral pessoas demonstram insatisfação, na cultura do mais, do muito e do excesso dificilmente encontramos pessoas satisfeitas com a vida e consigo. Na sociedade do excesso convivemos com a falta, é pregado pela mídia o que ainda necessitamos para ser feliz. O além do que já temos, o além do necessário. Além de ser, precisamos ter, se o não o tiver é não ser nada. Essa lógica do sistema social lucra muito com as necessidades sem medida.

As pessoas estão sofrendo se ocupando com o futuro devido ao medo causado pela falta inexistente. Na falta existe a dependência e precisa de ajuda. No individualismo depender do outro é angustiante. Os pensamentos são dominados por toda essa ansiedade, sozinhos sem precisar do outro não temos nenhuma garantia.

Tudo pode ter uma boa medida que leve a moderação das ações, satisfação e equilíbrio no pensamento. Toda medida deve ser justa, a balança não pode tender aos lados egoístas. O justo é dominado por bons pensamentos, pelo que melhor acredita, por sua fé que pode lhe trazer cura e a melhor medida de satisfação com a vida.

Um conselho de Paulo – “Resumindo amigos, o melhor que vocês têm a fazer é encher a mente e o pensamento de vocês com coisas verdadeiras, nobres e respeitáveis, autênticas, úteis, graciosas – o melhor, não o pior; o belo, não o feio. Coisas para elogiar, não para amaldiçoar. Ponham em prática o que aprenderam de mim, o que ouviram, viram e entenderam. Façam assim, e Deus, que é soberano, irá tornar real em vocês a mais excelente harmonia.” (Filipenses 4.8-9)

Joaquim Tiago Bill

(13/01/17)

Como você tem andado?

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Ando preocupado de mais, ando com a pré ocupação do passo seguinte, do meu futuro! Andamos no presente pensando no pré passo que daremos.

Se pré ocupar é uma das nossas maiores atividades mentais presentes, estamos ocupados do que ainda não se fez e prevemos os acontecimentos que em sua maioria serão negativos, ruins e repetitivos.

Andamos ansiosos, andamos com ansiedade, ansiando o que virá. E o que virá? Hoje, nesse presente temos muito o que comparar para poder ter várias previsões, hoje a mente tem muito com o que se ocupar, as redes sociais tão rápidas e instantâneas nos perturbam porque além das piores noticias que chegam antes de você dar conta de acompanhar, ainda temos imagens e fotos de quem esta “bem”, vivendo seus melhores momentos do qual você não esta.

Andamos com a mente e nossos olhos assistindo todos socialmente “confortáveis” e o que será de mim, e o que será de você? Que previsão posso ser, ter e porque não sou como os que aqui estão sorrindo e indo. Tudo isso nos ocupa, ocupa a mente, ocupa o coração e agora ocupa todo o futuro, faz sua pré ocupação, isso mesmo ainda não existindo.

Há uma solução para nossos futuros passos, existe uma sabedoria para os próximos olhares, existe cura para a ansiedade ensinada por Paulo e registrada na bíblia na carta aos Filipenses, 4.6,7 – “Em vez de se preocupar orem. Permitam que as suplicas e os louvores transformem seus receios em orações, permitindo que Deus os conheça. E a paz de Deus que excede todo entendimento guardara o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus”.

A ansiedade e a preocupação equilibrada tem sua função em nos preparar e nos precaver para melhor enfrentar o que poderá vir, porém a oração tem muito mais poder em seus efeitos!

As vezes percebemos que as pessoas preferem andar ansioso e cultivar sua pré ocupação do que entrar em meditação e oração, se ocupa mais das comparações sociais do que da vontade de Deus, infelizmente. Quem sabe se um dia experimentarmos no lugar desse andar nessa insuportável ansiedade apresentarmos tudo a Deus em oração algo novo possa acontecer?

Sua droga preferida pode lhe dar um alívio imediato, mas passa rápido e você volta pior e com uma ressaca monstruosa.

Como você tem andado, com medo ou com Deus? Faça sua escolha.

Joaquim Tiago Bill
(07/01/17)